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CAIXETA, Schneider Pereira. "O uso do inglês em publicidades de festas na cidade de Catalão-GO: discurso, mídia e identidade". Diálogo das Letras, Pau dos Ferros, v. 01, n. 01, p. 264-277, jan./jun.2012. Link para acesso clique aqui.

STAFUZZA, Grenissa; VIEIRA, Evelyn Cristine. "Identidade docente: notas sobre estágio curricular no contexto do ensino de gramática de língua portuguesa". In: ENTRELETRAS (UFT). Araguaína-TO, v. 3, n. 1, p.153-165, jan./jul, 2012. Link para acesso: clique aqui. 
 

NUNES, Gisele da Paz; STAFUZZA, Grenissa. (Orgs.). Diversidade nos estudos linguísticos: língua(gem) e discurso. Goiânia: PUC Goiás, 2011.

 A diversidade dos estudos linguísticos podem ser concebidos pelos diversos campos do conhecimento que se interessam em pesquisar língua(gem) como a linguística, a sociolinguística, a fonética, a fonologia, a linguística aplicada, a semiótica, a análise do discurso, entre outros. É a partir desses diversos campos de estudos que a presente coletânea Diversidade nos estudos linguísticos: língua(gem) e discurso se constitui: trata-se de uma coletânea bilíngue com sete (07) capítulos em português, sendo o segundo capítulo a tradução do capítulo produzido originalmente em italiano, acrescentando-se a publicação do capítulo original no final da obra, somando-se oito (08) capítulos. Para pensar na atualidade dos estudos linguísticos no Brasil e no exterior sobre língua(gem), consideramos que a coletânea trouxesse aos leitores também a ideia de que diversos campos congregam diversas temáticas, e, assim, mostrar essa diversidade como importante na representatividade das pesquisas sobre ensino de línguas, variação linguística, identidade, signo, discurso etc. A composição da diversidade dos campos de pesquisa e temáticas nos estudos linguísticos ecoa na presente coletânea. A diversidade reflete parcerias diversas, mas não divergentes, uma vez que a coletânea reúne múltiplos interesses em pesquisas, mas que se fundamentam sobre um mesmo eixo de reflexão: os estudos sobre língua(gem). 
 

Stafuzza, Grenissa (Org.). SLOVO - O Círculo de Bakhtin no contexto dos estudos discursivos. Curitiba: Appris, 2011.


 A coletânea SLOVO – O Círculo de Bakhtin no contexto dos estudos discursivos encontra-se no entremeio de palavra e discurso, assim como sugere seu título, SLOVO. A obra reúne pesquisas e diálogos de professores pesquisadores brasileiros e italianos que refletem sobre os escritos de Bakhtin e do Círculo no contexto dos estudos discursivos, seja pelos pressupostos da Análise do Discurso francesa (Pêcheux e Foucault), seja pelos fundamentos da Análise Dialógica do Discurso (Círculo de Bakhtin).  Entre tantas palavras configuradas na obra do Círculo, elegemos para o desenvolvimento dessa coletânea algumas, refiguradas, sobretudo, por serem palavras do discurso: a palavra do outro, com Susan Petrilli; a palavra na arte e a palavra literária, com Marco Antonio Villarta-Neder; a palavra do inacabamento, com Maria de Fátima F. Guilherme de Castro; a palavra autoral, com Luciane de Paula, Marina Haber de Figueiredo e Sandra Leila de Paula; a palavra viva, com João Bôsco Cabral dos Santos; a palavra bivocal, com Grenissa Stafuzza; a palavra na vida, com Augusto Ponzio. Assim, é conjugando palavra e discurso, no percurso das palavras do discurso, que essa coletânea ressoa.  Ao contemplarmos algumas palavras do discurso nos artigos aqui reunidos, desejamos aos interlocutores de SLOVO – O Círculo de Bakhtin no contexto dos estudos discursivos uma escuta responsiva-responsável, onde o pensamento de Bakhtin e do Círculo possa fazer sentido tanto em seus lugares, como no contexto dos estudos discursivos.


STAFUZZA, Grenissa. Análise do discurso literário: das vozes de Homero em Joyce. Curtiba: Appris, 2011.

O discurso é tomado como lugar de enfrentamento social, de acontecimento histórico enquanto devir, de lutas e combates ideológicos, exclusão e adesão a um “pode e deve ser dito”. O discurso se constitui de dizeres selecionados e ilusoriamente controlados pelo sujeito, pois em seu jogo de dispersão a lógica da adesão a determinadas formações discursivas pode ser desarticulada, talvez pelo sujeito questionar as suas próprias verdades, talvez pela linguagem (des)governá-lo. A obra literária, por sua vez, não pode ser vista como unidade imediata, certa, homogênea, uma vez que a dispersão dos sentidos no discurso literário permite aos seus dizeres apresentarem-se repetidos, sabidos, esquecidos, transformados, apagados, ocultados. Sob essa perspectiva, não se trata de examinar um corpus como se tivesse sido produzido por certo sujeito, mas de considerar sua enunciação como o correspondente de uma dada posição sócio-histórica na qual os enunciadores revelam-se substituíveis. Estabelecemos, portanto, uma análise discursiva das vozes de Homero (Odisséia) em James Joyce (Ulisses), considerando as noções de interdiscurso e heterotropia como regularidades de caráter polifônico, uma vez que a condição primeira de tais processos encontra-se em utilizar a voz do outro para enunciar algo, seja um dito já posto, seja um dito (re)significado. Por outro lado, consideramos que para haver heterotropia é condição preliminar a interdiscursividade, pois, como tomar a palavra do outro para deslocar os sentidos atribuídos sem dialogar com o discurso primeiro? Entendemos que os dizeres de Joyce dialogam com outras vozes, entre as quais estão as de Homero que, em alguns momentos, estão em contínuo deslocamento, sempre alterando o sentido do dito e se impregnando de sentidos outros. Nessa acepção, a interdiscursividade e a heterotropização resultam em acontecimentos polifônicos, quando se fazem ouvir, no discurso joyciano, diferentes vozes, articuladas em sentidos referenciais e, por vezes, antagônicos.

 

STAFUZZA, Grenissa. "Apontamentos sobre uma análise do discurso da crítica literária universitária". In: REVISTA DO GEL. (Araraquara), v. 8, p. 8-30, 2011. Link para acesso: clique aqui.

 

SILVA, Samuel Cavalcante. "Modos de subjetivação e constituição identitária do sujeito professor na literatura de autoajuda". In: Linguagem: Estudos e Pesquisas (UFG). Catalão-GO, v. 14, n. 2, p. 177-192, 2010. Link para acesso: clique aqui.

 

STAFUZZA, Grenissa; PAULA, Luciane de. (Orgs.). Círculo de Bakhtin: diálogos in possíveis. Série Bakhtin - Inclassificável (4 vols.). Vol. 2. Campinas: Mercado de Letras, 2010

Organizada e coordenada por Luciane de Paula e Grenissa Stafuzza a Série Bakhtin – Inclassificável composta por 4 volumes é uma coleção aberta, como a obra de Bakhtin. Trata-se de uma série constituída por diversos pensadores, do Brasil e do mundo. Seus estudos versam sobre a filosofia da linguagem do Círculo de Bakhtin. A finalidade maior é refletir, de maneira coletiva, sobre alguns pontos essenciais dos estudos bakhtinianos, tais como sujeito, cronotopia, dialogismo, gêneros, exotopia, translinguística, plurilinguismo, ideologia, entre outros. Mas, acima de tudo, a proposta é tratar a mobilidade das concepções estudadas e desenvolvidas pelo Círculo e seus diálogos com outras teorias, como o estruturalismo, o marxismo, a semiologia, a semiótica, entre outras; e ainda com diversos campos do conhecimento, tais como a linguística, a sociologia, a psicologia, a educação e a filosofia. Em outras palavras, a Série pretende não classificar os estudos bakhtinianos num dado paradigma. A Coleção se volta para estudiosos da linguagem em geral e para aqueles interessados especificamente nos estudos bakhtinianos. Refletir e propiciar outras reflexões sobre essas e outras questões permeadas pela dialogia é o convite feito por esta coletânea. Por isso, seus livros e capítulos dialogam, numa relação que forma, trans-forma, re-forma, des-en-forma a cultura e a sociedade por meio de nossos nós.

 

STAFUZZA, Grenissa; PAULA, Luciane de (Orgs.). Círculo de Bakhtin: teoria inclassificável. Série Bakhtin - Inclassificável (4 vols. ). Vol. 1. Campinas: Mercado de Letras, 2010.

Organizada e coordenada por Luciane de Paula e Grenissa Stafuzza a Série Bakhtin – Inclassificável composta por 4 volumes é uma coleção aberta, como a obra de Bakhtin. Trata-se de uma série constituída por diversos pensadores, do Brasil e do mundo. Seus estudos versam sobre a filosofia da linguagem do Círculo de Bakhtin. A finalidade maior é refletir, de maneira coletiva, sobre alguns pontos essenciais dos estudos bakhtinianos, tais como sujeito, cronotopia, dialogismo, gêneros, exotopia, translinguística, plurilinguismo, ideologia, entre outros. Mas, acima de tudo, a proposta é tratar a mobilidade das concepções estudadas e desenvolvidas pelo Círculo e seus diálogos com outras teorias, como o estruturalismo, o marxismo, a semiologia, a semiótica, entre outras; e ainda com diversos campos do conhecimento, tais como a linguística, a sociologia, a psicologia, a educação e a filosofia. Em outras palavras, a Série pretende não classificar os estudos bakhtinianos num dado paradigma. A Coleção se volta para estudiosos da linguagem em geral e para aqueles interessados especificamente nos estudos bakhtinianos. Refletir e propiciar outras reflexões sobre essas e outras questões permeadas pela dialogia é o convite feito por esta coletânea. Por isso, seus livros e capítulos dialogam, numa relação que forma, trans-forma, re-forma, des-en-forma a cultura e a sociedade por meio de nossos nós.

 

STAFUZZA, Grenissa; PAULA, Luciane (Orgs.). Da análise do discurso no Brasil à Análise do Discurso do Brasil: três épocas histórico-analíticas. Uberlândia: EDUFU, 2010.

 Esta coletânea traz reflexões sobre a produção teórica da Análise do Discurso no Brasil, o que implica, hoje, na constituição de uma Análise do Discurso do Brasil. Por isso, trabalha com a revisão bibliográfica existente na área, a fim de repensar o quadro da AD de origem francesa produzida no país, ensinada e pesquisada, principalmente, por instituições universitárias brasileiras, a fim de compreender o quadro teórico da AD por meio de sua produção. O livro trata desse arcabouço teórico-analítico construído ao longo da história, no caso específico do Brasil. Somam-se 9 capítulos de autoria dos pesquisadores brasileiros Emília Mendes, Valdir do Nascimento Flores e Marlene Teixeira, Fernanda Mussalim e Sírio Possenti, Gilberto de Castro, João Bôsco Cabral dos Santos, Dylia Lysardo-Dias, Marco Antonio Villarta-Neder, Ida Lúcia Machado, bem como um capítulo do pesquisador francês Patrick Charaudeau, na língua original e uma tradução. Todos os capítulos tratam de seus temas relacionando a AD produzida na França e a realizada no Brasil, pensam as questões históricas e teóricas a partir, claro, de um ponto de vista específico e esse é o tom do conjunto da obra. Tom, aliás, de algumas análises discursivas realizadas no Brasil.